Save the date: hora de falar do Chá de Lingerie

As consultoras Lune criaram um guia prático para a realização desse evento incrível. Vem com a gente!

Algumas noivas resolveram substituir as panelas por lingeries e o que antes era um tradicional encontro de famílias ou Chá de Panela, se transformou em uma reunião de amigas bem mais apimentada, o Chá de Lingerie. Até aqui a gente já sabe. Mas a criatividade não para e a programação deste evento que antecede o casamento vem ficando cada vez mais elaborada e divertida.

Para algumas organizadoras no entanto, sejam madrinhas ou a própria noiva, o formato do Chá e a quantidade de etapas no planejamento pode acabar confundindo. Por isso, separamos algumas dicas de ouro. A nossa ideia é simplificar a organização de um evento tão lindo e importante, mostrando para vocês que a produção pode ser inesquecível e sem estresses! Então vamos às dicas?

Planejamento e data

Comece a organização do chá com pelo menos quatro meses de antecedência. Assim dá tempo de fazer tudo com carinho e conseguir agenda com profissionais preferidos. “Mas quando ele deve acontecer? ”, muitas noivas perguntam. Nós da Lune sugerimos que ele ocorra um mês antes do casamento. Todo mundo no clima do casório e com agenda disponível!

Convidadas

Quem vai participar desse Chá? Serão apenas as amigas mais próximas ou tias, primas, mães e avós deverão entrar na lista das convidadas também? A definição das convidadas é extremamente importante, pois é a partir daí que as organizadoras do Chá – noiva ou madrinhas – conseguem pensar melhor no estilo, tipos de brincadeiras e até mesmo o local.

Local

E por falar em local, lembramos sempre que, independente do perfil ou número de convidadas, o Chá de Lingerie é um evento que pede um clima mais intimista e um local confortável, aconchegante e reservado, afinal, ninguém quer ser surpreendido na hora de abrir um presente mais ousado ou pagar uma prenda! Pode ser na casa da noiva, de alguma madrinha, amiga ou parente, mas pode ser também em uma esmalteria, um pub e até em um bistrô mais reservado. Tudo depende da quantidade de participantes.

Decoração

Ela tem que respeitar o estilo da noiva. Simples assim! Opções não faltam, assim como a criatividade. O Pinterest é uma rede social incrível para você, organizadora do Chá, se inspirar. Nós amamos! Para as noivas mais marcantes e ousadas, sugerimos o clássico pink ou vermelho e preto com inspiração nos cabarés franceses. Não falha! As mais românticas podem preferir tons pasteis de azul e rosa, referências da marca Channel e Tiffany são uma boa pedida. Já para as noivas mais discretas ou práticas, a dica é apostar em uma decoração natural, com muitas flores do campo, deixando o ambiente bem levinho. Este cenário pede um naked cake, não acham?

Atrações e animação

Meninas, tem que ter música! Muitas vezes ficamos preocupadas com a decoração, buffet e geralmente nos esquecemos da trilha sonora. Não pode! Um bom chá de lingerie tem que ter música do início ao fim, músicas especialmente selecionadas para cada momento do evento. A diversão é garantida quando há uma profissional específica para a animação, seja para um bate papo informativo sobre sexualidade, saúde e produtos sensuais ou para um verdadeiro show de striptease, chairdance ou lapdance. É nessa hora que as convidadas se jogam e o tempo voa!

Brincadeiras e prendas

“Mas gente, e as brincadeiras e prendas? ”, essa também é uma pergunta frequente para as consultoras Lune. Nossa dica é: elas são bem-vindas, desde que não causem constrangimento à noiva e convidadas. O chá de lingerie é diferente do chá de panela, e é muito importante nos lembrarmos disso a todo instante. No Chá de Lingerie, a noiva é a grande estrela. Ela precisa e merece se sentir especial, se divertir com suas convidadas e jamais ficar envergonhada. Lembrem-se que o foco deste evento não é a noiva pagar micos. Por isso separamos uma lista de brincadeiras na medida certa. Baixe aqui (link para baixar pdf)

E se você ainda tem alguma dúvida, entre em contato com a gente! Além de poder orientá-la quanto à realização do seu evento, a Lune Passion conta com consultoras especializadas em Chá de Lingerie e sempre levam muita informação e diversão para estes momentos.

Muito prazer, eu sou o vibrador líquido

Uma invenção genuinamente brasileira que tem conquistado fãs no mundo todo

Sim, ele é fruto do “jeitinho brasileiro”, de uma planta típica do Brasil e nasceu principalmente da criatividade, característica marcante do nosso país. De modo geral, há muito que se orgulhar da nossa indústria erótica e sensual, mas vamos a ele, nossa estrela: o vibrador líquido. Sim, é difícil imaginar como funciona, nós sabemos disso, mas com um pouquinho de paciência a gente entende.

Em primeiro lugar, é importante saber que o vibrador líquido nasceu em 2011, quando Mauro Morata, diretor industrial de uma grande empresa cosmética e um dos empresários responsáveis pela Erótika Land – um parque temático sobre sexo –, conheceu o Jambu, uma plantinha tipicamente brasileira encontrada no Pará, região Norte do Brasil.

Embora estivesse focado nas inovações para géis funcionais, especialmente para criação de um dessensibilizante para sexo anal, Mauro viu que o Jambu tem um poder excitante incrível, capaz de provocar um verdadeiro “treme-treme” na região onde é aplicado. Foi assim que surgiu esse produtinho.

Uma verdadeira reação química acontece quando o vibrador líquido é aplicado diretamente no clitóris e na região de ponto G feminino: há um aquecimento da pele que ativa a circulação sanguínea periférica, liberando ondas de vibração que são sentidas como um formigamento pela mulher. Após alguns minutos, esses formigamentos transformam-se em pequenos e excitantes choques, dando a sensação de vibração e prazer.

Hoje você o encontra em diversos sabores e marcas. Há também os vibradores líquidos comestíveis, indicados para quem curte um sexo oral, digamos, mais pulsante. É importante se atentar para as recomendações do fabricante e testar o produto em uma pequena porção da mão antes de utilizar. Isso evita reações alérgicas nas regiões íntimas. Importante lembrar também que há versões do vibrador líquido exclusivas para homens e mulheres.

Porque eles chegam lá primeiro? | Parte 1

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Parte da resposta para esta pergunta está na cultura. Sim, a forma como nós mulheres lidamos com o sexo, sexualidade e muitas vezes reprimimos algumas formas de prazer, é cultural. Historicamente, a imagem feminina foi construída de diferentes maneiras. De deusas e sacerdotisas dotadas de poder e beleza, ao longo do tempo, a sociedade impôs à mulher situações de submissão e inferioridade. Houve um momento em que elas não tinham direito ao voto e sua contribuição social se resumia a ser uma boa esposa e parideira. Na cama, seu papel se restringia ao de dar prazer ao homem com quem era casada, além é claro, de poder gerar herdeiros saudáveis e, de preferência, homens.

Enquanto isso, alguns ensinamentos foram histórico e culturalmente passados aos homens. “Tenha o máximo de mulheres possíveis, você tem de ser um garanhão”. “Mulheres que usam sais curtas são putas, mulheres que usam decotes também são e putas não são para casar”. “Mulheres bonitas não são inteligentes e mulheres inteligentes são masculinizadas e essas também não são pra casar”. “Mulheres não estudam engenharia, nem matemática, mulheres não estudam disciplinas exatas, se estudam ou são putas à procura de homens ou são masculinizadas, nenhuma deles serve pra casar”. A função da mulher é casar, ter filhos e cuidar da família. Se uma mulher tem desejo e quer uma posição sexual diferente, se ela propõe ver um filme mais quente ou usar acessórios na cama é puta também”.

No século XX Freud revolucionou ao afirmar que a sexualidade humana é algo fundamental à vida e faz parte da personalidade do ser. Depois disso, diversos autores tentaram descrever o processo de resposta sexual nos seres humanos. William Masters e Virginia Johnson (1966) pela primeira vez procederam à observação de homens e mulheres no decurso de interações sexuais e registaram as alterações que ocorriam nos seus corpos durante as mesmas. Chegou-se à conclusão de que embora homens e mulheres passem pelas mesmas fases, existem especificidades em cada uma delas em termos de duração e intensidade no encontro sexual. Sim, nós mulheres também sentimos prazer!

De lá pra cá, muitas coisas mudaram, é verdade. Na década de 60 com a criação da pílula anticoncepcional abriram-se as portas do mundo do prazer às mulheres, afinal elas poderiam, assim como os homens, ter sexo e poder escolher não ter filhos. Desde então o processo de independência da mulher foi ganhando forma assim como o acúmulo de novas responsabilidades. Além de dedicarem-se às suas carreiras, investirem tempo e dinheiro em especializações múltiplas, elas continuam a exercer papel preponderante na família e nas questões ligadas à vida pessoal.

Mas apesar de conquistas tão importantes e revolucionárias, prazer, desejo, sexualidade, libido e masturbação ainda hoje são assuntos tão obscuros para algumas mulheres quanto o papel da própria mulher na Idade Média. Ao que tudo indica, a busca pelo seu pleno desempenho e prazer sexual ainda parece estar muito longe de se concretizar. E é por isso que ELES chegam lá primeiro. A eles foi ensinado que o sexo é um troféu e que eles merecem e são capazes de obtê-lo. Enquanto a nós mulheres foi ensinado que o prazer pelo sexo é um pecado e devemos nos manter longe dele.

Um amigo para a vida chamado vibrador

Diversos formatos, cores, texturas e uma única finalidade: proporcionar prazer e bem-estar a nós mulheres. Mas você sabe onde foi que surgiu o vibrador? Então senta aí amiga, que lá vem história.

Com paciência, temos assistido à desconstrução de que o prazer feminino é algo secundário ou menos importante, ou ainda de que não é possível obter prazer sozinha. Nada disso! Nesse processo de emancipação sexual feminina, no qual todas as formas de prazer são, não somente bem-vindas, como fundamentais, o vibrador tem atuado com certo protagonismo por seus diversos benefícios. Não aqueles com formatos anatômicos e referências ao órgão sexual masculino, mas sim aqueles moderninhos, discretos, coloridinhos, toque aveludado, silicone cirúrgico que cabem na bolsa e em qualquer ocasião!

Apesar de toda modernidade, contam que os vibradores têm suas origens no Egito Antigo. Segundo as lendas, ninguém mais, ninguém menos do que a sedutora Cleópatra foi a primeira mulher a ter um vibrador. Muito criativa, ela colocava abelhas em um pequeno frasco e fechava-o. Furiosos e na tentativa de escapar do aprisionamento, os insetos se movimentavam zumbindo e causando uma vibração nas paredes do frasco. Era assim que Cleópatra massageava sua vulva e clitóris e, desta forma, obtinha prazer.

Lendas à parte, a história diz que o primeiro vibrador, o The Manipulator, era a vapor e foi criado em 1869 por George Taylor. À época o aparelho servia como principal tratamento para a histeria, um mal que acometia mulheres e gerava grande instabilidade emocional. Os médicos acreditavam que perturbações no útero e um movimento irregular de sangue do útero para o cérebro eram a principal causa do quadro histérico. O tratamento para a doença era a massagem na vulva, denominadas massagens pélvicas e desprovidas de teor sexual, até mesmo porquê, nesse período acreditava-se que a mulher só teria prazer com a penetração.

E se a massagem era tratamento mais indicado para a cura da histeria, isso significava que os médicos à época ficavam um tanto quanto cansados já que o quadro era muito comum. Foi então que surgiu o The Manipulator! Um pouquinho mais tarde, por volta de 1880 outro médico chamado Joseh Mortimer Granville criou e patenteou o primeiro vibrador eletromecânico, movido à manivela.

Em 1902 uma empresa norte americana especializada em objetos de cozinha chamada Hamilton Beach criou o primeiro vibrador elétrico. Era muito luxuoso e requintado exibir seu vibrador na estante da sala, pois isso significava que a família era de posses e se preocupava com o bem-estar das mulheres daquela casa.

Até a década de 1920 o vibrador não era um artigo sexual, mas sim um acessório de saúde com fins terapêuticos. Um pouco mais adiante a sociedade viu nascer os filmes pornográficos e a imagem do nosso amigo vibrador passou a ser relacionada somente ao prazer sexual. Foi quando ele deixou as revistas e vitrines de grandes lojas de eletrodomésticos e passou a ser comercializado apenas em sex shop.

Hoje o vemos como um objeto que faz bem à saúde da mulher de forma geral, seja por meio do estímulo ao orgasmo, na descoberta do próprio corpo e dos pontos de prazer, melhorando a circulação sanguínea da região íntima e, se combinado à prática de alguns exercícios auxilia no fortalecimento da musculatura pélvica, evitando até mesmo problemas de saúde como a incontinência urinária.
Pra fechar esse texto cheio de história, recomendamos o filme Histeria!

Lubrificante, o melhor amigo da mulher

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Você sabia que o lubrificante íntimo foi inventado há mais de um século? Em 1904 na cidade de Nova York uma empresa farmacêutica chamada Vam Horm e Sawtell criou o lubrificante íntimo K-Y®. À época, sua aplicação se restringia à realização dos exames ginecológicos. O objetivo era que as mulheres tivessem mais conforto. Somente na década de 1980, os lubrificantes começaram a ser utilizados durante as relações sexuais.

Ainda hoje a maioria das pessoas acredita que o lubrificante se aplica somente à relação sexual anal, já que a região não conta com uma lubrificação natural que favoreça a penetração. Mas isso não é verdade! O lubrificante tem muitas utilidades e pode sim ser considerado um grande amigo da mulher.

Para aquelas que já atingiram a menopausa, seu principal benefício é a hidratação e umidificação vaginal. Isso significa que ele minimiza o desconforto causado pelo ressecamento característico dessa fase da vida de uma mulher. Há quem o utilize para facilitar a entrada dos absorventes internos, ou ainda para deixar o sexo vaginal e/ou anal mais agradável e prazeroso. Ainda de acordo com especialistas, o lubrificante pode, até mesmo auxiliar na prevenção da Aids e DST’s, você sabia?

Isso mesmo! De acordo com a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) o uso do lubrificante diminui a probabilidade de que o preservativo se rompa durante a relação, evitando desta forma a propagação de doenças sexualmente transmissíveis.

Na hora de escolher, prefira os lubrificantes à base de água. Eles não têm cheiro, cor ou gosto, são compatíveis com todos os acessórios eróticos, não deterioram o preservativo e são facilmente eliminados de nosso corpo. Sim. Até hoje é a composição perfeita para quem procura qualquer um dos benefícios do nosso amigo lubrificante que nós já listamos por aqui.

E atenção. Além dos à base de água, o mercado oferece diversos tipos de lubrificantes à base de óleo e silicone. A primeira dica e talvez a mais importante é: evite aqueles à base de óleo. Em função da sua formulação bem antiga, eles não são compatíveis com o material dos preservativos e podem causar alergias severas já não são facilmente eliminados do corpo.

Os à base de silicone são ideais para masturbação pois formam uma fina camada na pele favorecendo o deslize das mãos e deixando o toque mais agradável e macio. Eles não saem facilmente na água o que permite uma relação prazerosa no chuveiro, por exemplo. Apesar disso é importante destacar que os lubrificantes à base de silicone não devem ser usados com frequência, pois assim como os à base de óleo, também demoram um pouco para serem eliminados no corpo. Outra dica útil é que apesar de favorecer a masturbação e a relação na água, eles são incompatíveis com grande parte dos brinquedinhos sensuais.

O segmento erótico hoje coloca à sua disposição uma infinidade de lubrificantes à base de água. Tem opções para quem curte sabores e sensações. Escolha estes em ocasiões mais especiais. No dia a dia, prefira o neutro à base de água e garanta não só prazer, como principalmente preserve sua saúde e a de quem você ama. E se você nunca experimentou um lubrificante e depois desse post ficou curiosa, corre aqui na loja da Lune, conheça e adquira o seu! http://goo.gl/Mjlq28

Sexualidade à flor da pele

Entre os principais empecilhos para que as mulheres falem abertamente sobre sexo ainda está o medo de serem rotuladas.

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Você sabia que 60% das mulheres brasileiras ainda têm vergonha de falar sobre sexo? Entre as principais causas está o medo de ser criticada pela sociedade e tachada como vulgar até mesmo pelo próprio companheiro. Também pesa a falta de conhecimento sobre o próprio corpo e a timidez em expressar seus desejos. Mas sexo é saúde! Por isso, se o temor de falar sobre a vida sexual passa da conta, a ponto de afetar a vida pessoal, é hora de buscar ajuda profissional.

Consultoria referência em Belo Horizonte sobre o assunto, a Lune Passion foi procurada pelo jornal Estado de Minas para falar mais sobre o tema e a nossa consultora em saúde e educação sexual, Jordana Medley, deu dicas que podem te ajudar muito nessa autodescoberta . Você pode ler a matéria completa aqui: Estado de Minas – Sexualidade à flor da pele